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Sindimed participa da inauguração do prédio da nova sede da Secretaria Estadual de Saúde

Sindicatos cobram o anúncio feito por Almeida Lima na reunião do dia 9 de fevereiro

Com faixas e utilizando os refrões: "Cessão não, queremos solução", "Trabalhador na rua, Jackson a culpa é sua", os trabalhadores dos Sindicatos da Área da Saúde, realizaram um ato público nesta segunda-feira, 12, para cobrar do governador Jackson Barreto e do secretário de Saúde Almeida Lima, providências em relação ao destinos dos servidores públicos da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) e a realização urgente de um concurso público. A manifestação se deu na porta do prédio da nova sede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) na Augusto Franco, 3150, onde funcionava o antigo Mistão.

De acordo com os manifestantes, a preocupação é como vão ficar os funcionários após o término do contrato da FHS em 31 de março de 2019 e que de fato o governo cumpra com o que Almeida Lima anunciou na reunião que ocorreu com todos os Sindicatos da área da Saúde no dia 9 de fevereiro.

Segundo o presidente do Sindimed João Augusto, "Nada foi resolvido e nós estamos aqui justamente para fazer essa cobrança do acordo feito na reunião no mês passado em que Almeida Lima em nome do Governo, fez dois acordos importantes. Primeiro que ia ser garantido o emprego dos concursados mediante proposta vinda dos Sindicato: Cessão ou Transformação de Celetistas para Estatutários. Ele disse claramente que a decisão que os Sindicatos acolhessem, o Governo ia executar; e os Sindicatos e os trabalhadores decidiram pela transformação para os estatutários, e que isso seja feito. O segundo acordo importante para o Sistema Público de Saúde é o concurso público porque todo mundo sabe que é deficitário em termos de Recursos Humanos, mas tem outro agravante com o final do contrato, deixarão de existir 12 mil servidores que eram temporários. Há uma necessidade do sistema para que haja substituição até 31 de março desses contratados temporariamente para que o sistema público de saúde não entre em colapso", enfatizou o presidente.

O líder sindical ainda colocou que o objetivo dos médicos não foi de paralisar, mas de aproveitar o momento para cobrar e chamar atenção tanto da população quanto da Imprensa, para o que já foi anunciado. "Esse é um ato de todos os servidores da saúde em defesa dos servidores concursados e do Sistema para que não entre em colapso"

SES

Diante da cobrança, o secretário Almeida Lima reagiu dizendo que "não há razão para nada disto, e que ninguém ia ser demitido",concluiu.

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