SAÚDE MENTAL E HANSENÍASE

SAÚDE MENTAL E HANSENÍASE

O Ministério Público de Sergipe – por meio do Centro de Apoio Operacional dos Direitos à Saúde e da Escola Superior (ESMP) –, em parceria com o Hospital Cirurgia, promoverá ao longo do ano o Ciclo de Palestras “MP, Cidadania e Saúde”.

O primeiro evento abordará os temas “Saúde Mental” e “Conscientização sobre a Hanseníase”, será realizado no dia 27 de janeiro, das 9h às 12h, na sala de aula 01 da ESMP, e terá como palestrantes a médica psiquiatra Tássia Mayara Cardoso Rodrigues e o fisioterapeuta André de Oliveira.

As inscrições estarão abertas a partir do dia 13 e podem ser feitas através do site da Escola Superior: www.esmp.mpse.mp.br.

Podem participar: membros e servidores do MPSE, comunidade acadêmica e demais interessados. Será emitido certificado de participação.


Janeiro Branco 2020: precisamos falar sobre Saúde Mental!

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que os brasileiros não estão bem no quesito “Saúde Mental”. Os números mostram que 5,8% da população (12 milhões de pessoas) sofrem de “depressão” (maior taxa da América Latina, a 2ª maior das Américas e a 5ª do mundo). Em relação aos “transtornos de ansiedade”, o Brasil é o recordista mundial, com 9,3% da população com algum desses problemas. E, quando o problema em questão é o “suicídio”, a situação também é preocupante: a ocorrência de 12mil suicídios anuais no país faz com que a sociedade brasileira ocupe a 8ª colocação, no planeta, em relação à contagem absoluta de mortes autoprovocadas.

A Campanha Janeiro Branco foi idealizada em 2014 pelo psicólogo mineiro Leonardo Abrahão e é dedicada a colocar os temas da “Saúde Mental” em evidência na sociedade, chamando a atenção dos indivíduos e das instituições sociais para as necessidades e as importâncias subjetivas, mentais e emocionais dos seres humanos.

Conscientização sobre a Hanseníase

Janeiro também é o mês de conscientização da Hanseníase, uma das doenças mais antigas do mundo. Os primeiros registros históricos são do século 6 a.C. No último domingo do mês de janeiro é comemorado o Dia Mundial de Luta Contra a Hanseníase. Também conhecida como “lepra”, no passado foi associada a narrativas religiosas, como punição para os pecadores, por isso, os portadores da doença foram duramente discriminados e excluídos da sociedade.

Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (ao calor e frio), tátil (ao tato) e à dor, que podem estar principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas; úlceras de pernas e pés; caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos; febre, edemas e dor nas juntas são alguns dos sintomas da Hanseníase.

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza o tratamento e acompanhamento da doença em unidades básicas de saúde e centros de referências. O tratamento da doença é realizado com a poliquimioterapia, uma associação de antibimicrobianos, recomendado pela Organização Mundial de Saúde. Os medicamentos são seguros e eficazes. O paciente deve tomar a primeira dose mensal supervisionada pelo profissional de saúde. As demais são realizadas pelo próprio paciente.

Com informações dos sites www.janeirobranco.com.br e www.blog.saude.gov.br


Fonte: Ministério Público de Sergipe

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