Profissional médico precisa ter qualidade de vida e usufruir da sua profissão

Profissional médico precisa ter qualidade de vida e usufruir da sua profissão

Hoje, 30 de agosto, o Programa do Sindimed, ‘A voz do Médico’ trouxe com o diretor José Menezes, um tema muito importante para a categoria, que é, a Profissão de Médico.

O diretor lembrou que ontem, 28, foram encerradas as eleições para o Conselho Federal de Medicina (CFM), as quais ele, em nome do Sindimed, parabenizou e desejou sucesso aos novos conselheiros federais. “Pedimos a Deus que dê luz e força para que exerçam seus mandatos com perfeição”; assim como, “parabenizamos o dr. Henrique Batista, que está saindo, por ter honrado medicina sergipana, ocupando o cargo de secretário geral do CFM que é tão importante para fiscalizar o profissional médico”.

Segundo Menezes, o profissional médico tem essas entidades como CFM, que é para lutar pela comunidade e não para o médico; e a outra entidade, o Sindicado que segue lutando pelos direitos trabalhistas dos médicos.

Ele também colocou as dificuldades que os médicos tem ao ingressar na carreira, após a conclusão do curso; sendo um profissional liberal, ando que poucos conseguem sobreviver, principalmente num país em crise, onde poucas pessoas tem condições de pagar.

Menezes, segue a sua explicação, destrinchando que o médico pode ser um empregado de uma empresa privada, sendo Celetista, ou servidor público, onde fez um concurso para trabalhar.

“Quando falamos em concurso, nós queremos dizer que o senhor prefeito de Aracaju, foi um algoz da carreira médica de Aracaju, quando terceirizou o serviço onde ele privatizou o serviço público e fazendo assim, deixou de abrir concurso para os que estão chegando”.

Esse profissional médico, segundo o diretor do Sindimed, está vivendo as algúrias da Reforma Trabalhista que tirou muitos direitos, de uma Reforma Previdenciária, onde poucos médicos novos vão conseguir se aposentar e pior, uma Reforma Tributária onde ele pensa em tirar os descontos para o Imposto de Renda.

“Em assim sendo, esses planos de saúde onde muitos médicos também trabalham como profissional e que a classe média lutou na década de 90, para existir. Essa classe média envelheceu, se aposentou e não pode pagar o plano de Saúde. O SUS está fraco e os planos de saúde, com tendência de se acabar, então, nós queremos pedir ao Governador do Estado que há seis anos, não olha para o profissional que trabalha para o Estado, e, com isso, está prejudicando a saúde pública e nós como cidadãos comuns, também sofremos isso. Poucos médicos hoje, tem condições de chegar uma aposentadoria e usufruir de sua profissão. O profissional médico precisa ter qualidade de vida, e do andar da carruagem, nós não estamos tendo”, pontuou Menezes.

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